A PCSC (Polícia Civil de Santa Catarina) descartou o envolvimento de um dos adolescente suspeitos de ter torturado e matado o cão “Orelha”. O animal morreu no início de janeiro e o caso ganhou grandes proporções, inclusive com pedidos de justiça pelo país.
Segundo as investigações, o jovem deixou de ser suspeito e passou a ser testemunha. A corporação informou que ele não aparece nas imagens analisadas pelas equipes policiais, em que teria sido mencionado.
Outro ponto da polícia é de que a família do adolescente teria apresentado provas de que ele não estava em Praia Brava, local onde Orelha foi morto.
As investigações relacionadas a outros três menores de idade suspeitos no caso de maus-tratos seguem sob os trabalhos da DEACLE (Delegacia Especializada no Atendimento de Adolescentes em Conflito com a Lei) e da Delegacia de Proteção Animal. Outros delitos semelhantes também são apurados.
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Expansão das investigações e novas infrações
De acordo com os relatórios policiais, o grupo é suspeito de participar de uma sessão de tortura contra o cão Orelha, que precisou ser submetido à eutanásia, devido à gravidade dos ferimentos.
Fonte: CNN

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