Da tutela do patrimônio à segurança ostensiva: como a Guarda Municipal de Maceió foi reestruturada ao longo da gestão JHC

Por 20 anos, a Guarda Municipal de Maceió viveu em estado de paralisia e esquecimento. Entre falta de equipamentos, deterioração de maquinários e ausência de concursos, a categoria resistia mais por esforço individual do que por vontade do poder público.

O cenário, no entanto, começou a mudar a partir de 2021. O investimento de R$ 3,5 milhões, durante a gestão JHC, transformou o que antes parecia colocado de escanteio em uma instituição com protagonismo e força ostensiva na segurança pública da cidade.

Já no primeiro mandato de JHC, a corporação ganhou seis novas viaturas, uma van e drones para auxiliar no monitoramento da cidade. Aliado às aquisições, houve o que a categoria considera um verdadeiro divisor de águas para a instituição.

Em 2021, a Prefeitura de Maceió e a Polícia Federal em Alagoas assinaram um acordo de cooperação técnica que viabilizou o porte de arma de fogo a guardas municipais. A medida só poderia ser operacionalizada mediante formação específica e testes de aptidão psicológica.

“Éramos colocados nas ruas para fazer segurança pública com as mãos”, lembra o agente Josivel Vasconcelos, de 55 anos, quando saía de casa para trabalhar apenas com um cassetete e um punhado de coragem. “Agora, a realidade é outra. Temos condições de proteger a população e a nós mesmos”, destaca o servidor.

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