Quase 800 objetos usados para “guardar” vagas são retirados das ruas de Maceió

Quase 800 objetos utilizados para reservar irregularmente vagas de estacionamento foram retirados das ruas de Maceió entre janeiro e julho deste ano. De acordo com o Departamento Municipal de Transportes e Trânsito (DMTT), as equipes recolheram 794 itens, entre cones, cavaletes, caixotes, tambores e outros materiais, durante 89 dias de fiscalização, em uma ação voltada ao combate à ocupação indevida do espaço público e à garantia da rotatividade das vagas. Além das apreensões, também foram realizadas 23 orientações à população no período.

As ações ocorreram em diferentes regiões da capital por meio da Operação Usurpação, que tem como objetivo impedir a utilização de objetos para reservar vagas de estacionamento sem autorização. Ao longo dos sete primeiros meses de 2026, foram recolhidos 637 cones e outros 157 materiais usados de forma irregular, totalizando 794 itens retirados das vias públicas.

Além da retirada dos objetos, os agentes do DMTT orientaram comerciantes, moradores e demais usuários sobre a legislação vigente e a importância de manter as vagas de estacionamento disponíveis para uso coletivo.

Segundo o coordenador de Operações e Policiamento Viário do DMTT, Nicollas Albuquerque, a Operação Usurpação busca assegurar que o espaço público cumpra sua função social e garantir a rotatividade das vagas.

“O objetivo da Operação Usurpação é garantir que o espaço público seja utilizado de forma correta, assegurando a rotatividade das vagas de estacionamento e impedindo a ocupação irregular por meio de cones, cavaletes e outros objetos. Também buscamos coibir situações em que flanelinhas cobram valores para utilização de vagas que são públicas”, afirmou.

O coordenador destacou ainda que a participação da população é importante para combater esse tipo de irregularidade. De acordo com ele, sempre que houver reserva indevida de vagas, o cidadão pode acionar o DMTT para que as equipes realizem a fiscalização, recolham os objetos e orientem os responsáveis.

Já nos casos em que houver cobrança para utilização de vagas públicas, a orientação é registrar um boletim de ocorrência na Polícia Civil, uma vez que a prática pode configurar crime de extorsão.

Fonte: Cada Minuto

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