A Copa do Mundo cresceu, e com o acréscimo de seleções e jogos, a regra sobre a suspensão automática pelo acúmulo de cartões amarelos também deve mudar.
Nas regras vigentes, um jogador é suspenso pelo jogo seguinte se tomar dois cartões amarelos em jogos seguidos até as quartas de final. Após essa fase, os cartões são zerados, a fim de evitar que um jogador perca uma final por conta das punições.
Com 48 equipes ao invés de 32, e a fase 16 avos de final, a entidade acredita que a criação de um novo limite pode ajudar a evitar suspensões em jogos importantes, segundo informações divulgadas pela BBC.
Se a regra fosse mantida, um jogador teria que disputar seis partidas até as quartas, e não mais cinco, com chance de perder uma semifinal.
O Conselho da Fifa, na próxima terça-feira (28), que antecede o 76º Congresso da entidade em Vancouver, com o assunto entre as pautas principais.
Como será a mudança na suspensão automática?
Por ora, não se sabe como o novo limite seria aplicado. Especula-se que para receber uma punição, o jogador precise receber um amarelo em dois dos três jogos da fase de grupos, ou em dois dos jogos dos primeiros duelos de mata-mata – 16 anos de final, oitavas e quartas.
Premiação também pode mudar
A proposta precisa ser aprovada na reunião do Conselho da Fifa.
Em dezembro, a entidade máxima do futebol mundial anunciou que a premiação da Copa deste ano seria 50% maior do que a da edição anterior, totalizando 655 milhões de dólares (R$ 3,3 bilhões), após concordar com uma contribuição financeira recorde de 727 milhões de dólares (R$ 3,6 bilhões) para o torneio.
No entanto, a Fifa informou à Reuters que o valor dos prêmios oferecidos deverá aumentar, com a previsão de que a entidade máxima do futebol mundial ultrapasse os 11 bilhões de dólares (R$ 55 bilhões) em receita no atual ciclo de quatro anos, de 2023 a 2026.
Fonte: CNN

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