A decretação pelo Tribunal de Justiça do Rio, pela segunda vez, da falência da Oi, nesta terça-feira (25), encerra uma segunda recuperação judicial de uma companhia que reconheceu que falir era inevitável.
A decisão foi unânime e retomou o julgamento de agravos apresentados pelo Itaú Unibanco e pelo Bradesco que, em novembro de 2025, haviam conseguido a suspensão da quebra determinada pela 7ª Vara Empresarial.
A empresa declara dívida de aproximadamente R$ 44,3 bilhões e patrimônio líquido negativo superior a R$ 22,6 bilhões.
No âmbito do processo, o Itaú Unibanco detinha R$ 2 bilhões em créditos — praticamente todo o valor como quirografário. O Bradesco, por sua vez, tinha R$ 34,4 milhões no quadro de credores da reestruturação.
Além disso, havia cerca de R$ 74 milhões em créditos extraconcursais, que ficam fora da recuperação judicial.
Fonte: CNN

Aqui você encontra interatividade, dicas, entretenimento, politica, religioso, esportes de Alagoas, Brasil e mundo!

